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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

NUNCA LI NADA IGUAL CONTRA O PRESIDENTE!

Carta de Gilberto Geraldo Garbi para Lula:



Gilberto Geraldo Garbi foi um dos alunos classificados a seu tempo como UM DOS MELHORES ALUNOS DE MATEMÁTICA que já haviam adentrado o ITA.

Depois de graduado, desenvolveu carreira na TELEPAR, onde chegou a Diretor Técnico e Diretor Presidente, sendo depois Presidente da TELEBRÁS.

A CAMINHO DOS 99,9999995%
( Gilberto Geraldo Garbi )

Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo "nunca antes visto nesse país" e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.

Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.
Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coréia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coréia do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo.

Portanto, a popularidade de Lula ainda "tem espaço" para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que Lula possa, com suas habituais presunção e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a unanimidade dos brasileiros em torno de seu nome, superando até Jesus Cristo ou outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma oposição...

Sim, faltam apenas 16% mas eu tenho uma péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva, cumpanhero, porque de 99,9999995% você não passa.

Como você não é muito chegado em Aritmética, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de habitantes, um dos quais sou eu. Represento, portanto, 1 em 200.000.000, ou seja, 0,0000005% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes 99,9999995%. Esses, talvez, você possa conquistar, em todo ou em parte. Mas meus humildes 0,0000005% você jamais terá porque não há força neste ou em outros mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.

E minha convicção fundamenta-se em um fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das desgraças brasileiras e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade...

dos que valorizam a esperteza e o sucesso a qualquer custo;

dos que detestam o trabalho e o estudo;

dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal;

dos que almejam os cabides de emprego e os cargos fantasmas;

dos que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos;

dos que desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa;

dos que só reclamam dos privilégios por não estar incluídos entre os privilegiados;

dos que enriquecem através dos negócios sujos com o Estado;

dos que vendem seus votos por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família;

dos que são incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.


Pense a maioria o que quiser, diga a maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará de ser o que é - uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões privados eternamente impunes - quando a mentalidade da população e de seus representantes for profundamente mudada.
Mudada pela educação, pela perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos governantes.
E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança dessa mentalidade.
Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral, esta sim, nunca antes vista nesse País.
Mas não, você preferiu o caminho mais fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de tudo e de todos.
Infelizmente para o Brasil você estava certo: para que se esforçar, escorado apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o que for necessário, nessa terra onde quase tudo está à venda?

Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam. Mas reconheço em você uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.
Esse é seu legado maior: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: "Aqui todos são subornáveis".
Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.

Você não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder.


Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.

Você faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.
A propósito, o que é que você sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques?
Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?

Você mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor.
Você mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão
Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho
Mentiu sobre os milhões que a ONG 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas
Mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante
Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las
Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.

Você não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas.
Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.
Ao contrário, o Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.
Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.
Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.
Aliás, Lula, você nunca teve ideais, apenas ambições.
Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.

Você tem dividido a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta.
Aliás, se você estivesse realmente interessado, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos.
Mas você, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?

A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.

Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.
Afinal, se você não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?
É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, você comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.
Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em conseqüência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente.

É esse, em síntese, o triste retrato do Brasil de hoje... E, como se diz na França, "l´argent n´est tout que dans les siècles où les hommes ne sont rien".

Gilberto Geraldo Garbi

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A China do Futuro e o Futuro é Hoje...

A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China.
.......Eis um aviso para o futuro!
Mas quem liga para esse aviso?
Atualmente ....Ninguém !
Agora é só... aproveitar E APROVEITAR ...!
E depois como será para os nossos filhos ?

JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?


Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação


Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
Um determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões...
A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.
Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas...
Com preços que são uma fração dos praticados aqui.

Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.
Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.
Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios... estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a...

Horas extraordinárias? Na China...? Esqueça !!!
O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada por isso...

Atrás dessa "postura" está a grande armadilha chinesa.
Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia de "poder" para ganhar o mercado ocidental .

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos 'marqueteiros' ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela "agrega de valor": a marca.

Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto "made in USA". É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.

As empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares...
Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.
Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que pode-se chamar de "estratégia preçonhenta".

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo.

Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com o design... suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.

Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde de mais.
Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.

Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado, pois será quem manda, pois terá o monopólio da produção .

Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos é quem vai regular os mercados e não os "preçonhentos".

Iremos, nós e os nossos filhos, netos... assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica... chinesa.

Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos" olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando baralho na praça da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados.

E então lembrarão, com muita saudade, do tempo em que ganharam dinheiro comprando "balatinho dos esclavos" chineses, vendendo caro suas "marcas-grifes" aos seus conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas "marmitas" e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas pois foram todas copiadas....

REFLITAM E COMECEM A COMPRAR - JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVENCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA... E DE SEUS DESCENDENTES.





Impressionante!!!!

domingo, 31 de outubro de 2010

PREVISÕES DA VIDENTE NEILA ALKIMIN

A COISA É SERIA DEMAIS .................

Vcs. já ouviram falar desta vidente? Ela é bem famosa por suas profecias.
Veja o que ela diz a respeito da Dilma.
Agora só nos resta torcer para não dar certo....vamos esperar pra ver.
Profecia da vidente Neila Alckmin...

"A filha distante de vermelho e sem amor pela nossa terra se elegerá graças aos votos de Minas Gerais.Tomará posse usando vermelho,mesmo diante da enorme tragédia que acontecerá pouco antes no Brasil,ofendendo aqueles que prezam o luto.Haverá apenas um lenço branco.Um governo triste e sombrio, porem breve,se iniciará sob o signo da tragédia das pedras.Governará ate o dia da grande festa dos soldados,de onde sairá para o hospital.A doença invisível que lhe corrói as entranhas mostrará sua força como nunca antes visto.Lutará e receberá medicação dos americanos que despreza.Sua agonia será forte e intensa.O Turco Branco tentará inutilmente se mostrar contrito e respeitoso,mas conspirará na grande casa branca perto do lago,ajudado pelo homem dos cabelos negros que foi falso amigo de Tancredo.Serão dias e noites de traição e disputas espúrias e de agonia no grande hospital dos patrícios.O Brasil sofrerá com os conchavos e a incerteza.Virão dias de medo e ameaças.Nunca foi amada e o povo acompanhará sua agonia distante.Não terá povo no seu funeral próximo ao carnaval."
Recebí isto de um amigo que já se consultou com essa senhora há alguns anos atrás.Podem rir de mim,mas que fiquei meio impressionado,fiquei...E tem algumas coisas que não consegui decifrar:
- O Turco Branco será Michel Temer (vice)? Zé Dirceu?
- A grande casa branca perto do lago = Palácio do Planalto
- Grande hospital dos patrícios = fácil, o Sirio e Libanês em SP
- tragédia das pedras = ?! Já tou com medo...
- E pelo amor de Deus,quem seria esse homem de cabelos negros que foi falso amigo de Tancredo?! (Sarney????)
- Já viram, né? Se a bonitinha tomar posse de vermelho...
Deus nos ajude!

sábado, 30 de outubro de 2010

"Vamos errar de novo?" - Ferreira Gullar, FSP

"Vamos errar de novo?" - Ferreira Gullar, FSP
De indispensável leitura o artigo do poeta Ferreira Gullar na Folha de São Paulo de ontem. Estou surpreso por não tê-lo visto sendo comentado e repercutido pela rede. Segue aqui então na íntegra, um dia após a publicação e venda do mesmo na edição da Folha:


Vamos errar de novo?


FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.
Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.
Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.
Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.
Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.
No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?

Rede Lucy Montoro chega a Fernandópolis

Linamara Battistella assina convênio para obras do Lucy Montoro e AME

A saúde em Fernandópolis está sendo transformada e ficará, ainda, melhor com as obras do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o Ambulatório Médico de Especialidade (AME). A assinatura dos convênios para início das obras foram assinados na manhã dessa terça-feira, 26, pela Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, e pelo prefeito Luiz Vilar, acompanhados de autoridades.

O evento aconteceu no Teatro Municipal e contou com a presença do diretor da DRS XV, Valdecir Tadei, do deputado federal Julio Semeghini, dos deputados estaduais, Carlos Pignatari e Itamar Borges, do presidente da Câmara, Dorival Pântano, vereadores e outras autoridades.

Na ocasião, o prefeito Luiz Vilar falou das lutas que a Administração teve para viabilizar a conquista do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME para Fernandópolis, “Este momento parece um sonho, mas a presença da Secretária Linamara Batistella nos faz acreditar nesta grande conquista que vai transformar a área da saúde em Fernandópolis. Poucas cidades terão este privilégio”, destacou o prefeito Luiz Vilar.

A implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME vai trazer comodidade às famílias que buscam a reabilitação nos grandes centros. É o caso da enfermeira e professora Luciana Ribeiro Ramos, que nos últimos 14 anos tem buscado tratamento para o filho José Afonso. “A implantação do Lucy Montoro e do AME vai facilitar a vida da minha família e de outras que enfrentam as mesmas diversas dificuldades. Tenho muito orgulho dessa conquista e de saber que vou poder confiar no profissionalismo e qualidade dessas duas renomadas unidades”, elogiou Luciana Ribeiro Ramos.

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, falou dos benefícios que Fernandópolis vai ganhar com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME na cidade. “Com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o AME estaremos chegando mais perto das pessoas com deficiência, para que eles tenham uma vida funcional. Estas duas unidades vão beneficiar também os universitários com a oportunidade de estágios e vai gerar mais emprego e renda no município”, destacou a Secretária Linamara Rizzo Battistella.

O Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o AME serão implantados no prédio do antigo Postão, no Jardim Santa Helena. O prazo de conclusão das obras está previsto para maio de 2011.

Centro de Lucy Montoro

Fernandópolis vai receber, com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro, o que há de mais moderno em acessibilidade para atender mais de 60 cidades da região. A unidade realizará reabilitação física de média complexidade, com equipamentos e técnicas inéditas no Brasil, à pacientes com lesões medulares, amputações, sequelas de traumatismo craniano, paralisia cerebral, hemiplegia e outras severas restrições de mobilidades. O Centro vai garantir órteses, próteses, cadeiras de rodas e auxílios técnicos.

O Centro de Reabilitação de Fernandópolis terá equipe multidiciplinar formada por fisiatras, enfermeiras, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos, educadores físicos e outros especialistas em reabilitação física.

Além de Fernandópolis, apenas nove municípios paulistas foram contemplados com o Centro de Reabilitação Lucy Montoro. São eles: Jaú, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos, Presidente Prudente, Santos, São José do Rio Preto, Peruíbe e Americana.

AME (Ambulatório Médico de Especialidade)

O AME de Fernandópolis traz um diferencial, será o primeiro ambulatório de segmento e não apenas de diagnóstico como os demais do Estado. A unidade vai oferecer 32 especialidades, sendo 26 médicas e seis não médicas e terá, ainda, os serviços de SADT (Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico): Radiologia (RX, mamografia), Ultra-Sonografia e Métodos Diag. em e especialidades.

As especialidades médicas são: Acupuntura; Infectologia, Alergia e imunologia, Mastologia, Cardiologia, Nefrologia, Cirurgia Geral, Neurocirurgia, Cirurgia Plástica, Neurologia, Cirurgia Vascular, Obstetrícia, Dermatologia, Oftalmologia, Endocrinologia, Ortopedia e Traumatologia, Endoscopia Digestiva, Otorrinolaringologia, Fisiatria, Pneumologia, Gastroenterologia, Proctologia, Ginecologia, Reumatologia, Hematologia e Urologia.

Especialidades não médicas: Enfermagem, Psicologia, Farmácia, Nutrição, Fonoaudiologia e Serviço Social.

Fonte: http://www.irepublica.com.br/?pg=noticias-conteudo&id=273&id_cat=1




Maria Isabel da Silva
Jornalista-São Paulo/SP
Cidadania e Inclusão se faz com Informação

http://www.irepublica.com.br/?pg=noticias-conteudo&id=273&id_cat=1

O nosso Muro de Berlim

O nosso Muro de Berlim

O Estado de S.Paulo – 29/10/2010



Na vida dos países, como na nossa, é fundamental a presença de lideranças formadoras do caráter dos cidadãos: a família, os professores, os religiosos, os governantes, os representantes no Legislativo e nos sindicatos, os dirigentes de empresas, os companheiros de trabalho. Enfim, o ambiente que nos cerca durante nossa existência. Nesse ambiente o que vale, principalmente, são os exemplos, o testemunho de vida, o temor a Deus e à Justiça. Só assim o ser humano aperfeiçoa a sua alma, pauta o seu comportamento, distingue entre o certo e o errado e, com sabedoria, guarda esses valores. A palavra só tem força quando é a expressão de tais valores.

A História oferece-nos muitos exemplos de lideranças extraordinárias. Algumas até foram capazes de ressuscitar a alma de um povo, como foi o caso de Konrad Adenauer, o grande líder da resistência alemã ao nazismo. Sua presença na vida alemã foi decisiva. Uma vez derrotado Hitler, era preciso reconstruir a Alemanha. Dezenas de cidades tinham sido reduzidas a escombros. O país vencido viu seu território ser vingativamente dividido em duas partes. E o pior era a alma do povo, ainda muito doente, após anos de inacreditável submissão e da perda dos valores do ser humano.

Enquanto refazia a parte material do país, o grande estadista lançava-se ao desafio de devolver aos alemães a esperança, a alegria e a fé. Era preciso ensinar aos corações, treinados na arrogância e na submissão cega, os valores da verdade e da liberdade. Nos longos anos em que foi primeiro-ministro, Adenauer formou uma plêiade de excelentes políticos, até em áreas programaticamente diferentes das dele. Implantou um regime de total austeridade para os ocupantes do poder e suas equipes ficaram famosas pela seriedade e pelos êxitos.

Mas a alma alemã ainda vivia uma tristeza: irmãos separados pelo Muro de Berlim. Um muro que não era só de pedras e trincheiras de arame, com guardas implacáveis. Era, acima de tudo, um muro que separava os cidadãos livres dos infelizes súditos da tirania soviética.

O sonho alemão de derrubá-lo só se realizou em 1989, quando o mundo pôde acompanhar sua heroica demolição. Adenauer não estava lá, mas sua obra de estadista havia preparado a alma dos alemães livres para receber, generosamente, a chegada dos libertados. A Carta Fundamental, que rege o regime parlamentarista alemão, previa todos os direitos para os irmãos do lado oriental.

Nós aqui, no Brasil, temos um "Muro de Berlim" a derrubar: nosso sistema eleitoral. Esse muro da vergonha, herdado do ditador Vargas, continua a envergonhar o País e impede o aperfeiçoamento do caráter dos nossos políticos. Na realidade, mesmo nos períodos ditos democráticos, o voto proporcional é uma vergonha.

Sem a adoção do voto distrital vamos continuar com a proliferação insensata de partidos de aluguel, partidos sindicais, partidos fundamentalistas, partidos ditos nacionais, partidos "internacionais", partidos ligados a movimentos subversivos, enfim, uma geleia geral! A maioria deles existe apenas para ganhar preciosos minutos de rádio e TV, pagos com o dinheiro do povo e apelidados de gratuitos.

Sem a adoção do voto distrital os custos das campanhas continuarão exorbitantes, jogando todo o processo eleitoral na vala enlameada do uso vexaminoso do dinheiro público. O voto é obrigatório, livre e secreto. Mas com o voto proporcional o caixa 2 também é obrigatório e secreto. E quando alguém fala, hoje, em financiamento público de campanha, é de apavorar!

Faço estas considerações no momento em que se aproxima o dia D do segundo turno. Qualquer resultado, para mim, vai significar dias muito difíceis para todos nós.

O Senado (já quase todo composto), a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas que emergiram das votações no dia 3 de outubro, tudo leva a crer que em matéria de qualidade a piora foi muito acentuada. É o voto proporcional.

Em toda a minha vida de cidadã, esta foi a mais desalentadora de todas as eleições. A mão pesada do Estado está comandando tudo. O presidente transformou-se em artista de palanques. A candidata que ele impôs a seu próprio partido oferece um espetáculo doloroso de arrogante submissão. A oposição, por sua vez, confusa e sem garra, apresenta apenas a biografia de um político muito sério, mas não de um estadista. É pouco para os anseios brasileiros. Chega a ser frustrante.

O que salta aos olhos é que o Brasil está sem valores! A avaliação internacional do povo brasileiro, na questão de ser capaz de perceber a corrupção, e de se insurgir contra ela, chega a ser constrangedora!Figurar entre os povos mais corruptos do planeta é de chorar de vergonha.

Em momento algum qualquer dos candidatos assumiu compromisso quanto à reforma do sistema eleitoral. É tabu! O voto proporcional é a garantia dos caudilhos enrustidos, dos ditadores potenciais, dos que aspiram mandar sem ter de dar satisfações. É a mais feroz distorção do sistema democrático de representação da vontade do eleitor. Por isso mesmo será mantido. O uso da urna eletrônica dá a muita gente a impressão de que nossas eleições são corretíssimas e a vontade dos eleitores é respeitada. Mentira! Embuste!

Enquanto vivermos neste presidencialismo quase caudilhesco, com um titular que, com sua caneta mágica, nomeia da noite para o dia mais de 30 mil funcionários; enquanto Brasília estiver livre da vigilância próxima de um povo atento; enquanto a criação de partidos não depender, de fato, da presença ativa de filiados; enquanto o senador for escolhido juntamente com um vice que ninguém sabe quem é; enquanto a infidelidade partidária não for objeto de punição real; e, principalmente, enquanto votar num candidato, pelo voto proporcional, significar eleger outro e os partidos tiverem direito a horários gratuitos - nosso Muro de Berlim ainda estará de pé.



Sandra Cavalcanti

PROFESSORA, JORNALISTA, FOI DEPUTADA FEDERAL CONSTITUINTE, FUNDOU E PRESIDIU O BNH NO GOVERNO CASTELO BRANCO E-MAIL: SANDRA_C@IG.COM.BR


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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

AÇÕES CONCRETAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL...O que José Serra irá fazer

O que José Serra irá fazer
· Serra vai criar uma Rede Nacional de Reabilitação inspirada em iniciativas como a Rede Lucy Montoro, em São Paulo, e a Rede Sarah, de Brasília.

· Vai oferecer estímulos para a contratação de pessoas com deficiência pelos governos e empresas privadas.

· Irá organizar espaços com garantia de completa acessibilidade nas ruas, calçadas, conjuntos habitacionais e prédios públicos e privados em todas as cidades.

· José Serra vai criar um Ministério Especial encarregado de formular uma ação nacional para a inclusão social de pessoas com deficiência.



O que José Serra já fez

· Serra criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal que tornou obrigatório o popular teste do pezinho – que desde então permitiu mais de 20 mil diagnósticos precoces de anomalias congênitas em todo o Brasil.



· Serra não parou por aí e começou a equipar os hospitais para realizarem o teste da orelhinha. A deficiência auditiva é a doença mais diagnosticada no período neonatal, quando comparada a outras patologias.



· Serra aprovou uma portaria credenciando alguns serviços a fornecer o aparelho de ampliação sonora, gratuitamente, aos bebês com deficiência auditiva, reembolsados então pelo Sistema Único de Saúde (SUS).



· Serra criou a Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência com o objetivo de impulsionar parcerias e projetos que priorizem o acesso à saúde e à educação, o aumento no nível de empregabilidade e a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, que correspondem a 11,5% da população do Estado de São Paulo.



· Implementou a Rede Lucy Montoro, centros de saúde de última geração voltados exclusivamente para o atendimento e reabilitação de pessoas com deficiência, contando com oficinas terapêuticas, oficinas de próteses, piscina para hidroterapia, laboratório de avaliação cardiovascular, quadra poliesportiva, espaço para condicionamento físico, salas para RPG e terapia ocupacional e outras estruturas.



· Criou o Programa de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência que tem como objetivo qualificar pessoas com deficiência visando a sua contratação por empresas parceiras. Faz parte do treinamento um programa de 415 horas em módulos que abrangem competências universais, técnicas e orientação profissional.



· Realizou, pela primeira vez no país, o Fórum de Empregabilidade, reunindo setor público, iniciativa privada e organizações não governamentais em torno da discussão, proposição e articulação de ações de inclusão no mercado de trabalho.



· Com o objetivo de disponibilizar habitação para todos, Serra determinou que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) desenvolvesse casas com o conceito de Desenho Universal, ou seja, moradias adaptadas para pessoas com deficiência e pessoas com dificuldade de locomoção, como crianças, gestantes e idosos.



· Serra lançou o Programa Praia Acessível, que disponibiliza cadeiras de rodas anfíbias que facilitam o acesso de pessoas com deficiência às praias paulistas. As praias nas cidades de Santos, Bertioga, Ilha Bela, São Sebastião, Guarujá, Praia Grande e Ilha Comprida contam com postos formados por uma equipe de três pessoas, que orientam e auxiliam na entrada e saída do mar.



· Serra, em parceria com a iniciativa privada e com o apoio da Rede Lucy Montoro, criou o concurso de Moda Inclusiva para promover a discussão nesse setor sobre a necessidade de se pensar e fazer moda respeitando a diversidade.



· Serra fez a implantação do Parque Tecnológico e do Memorial da Inclusão.



· Serra criou o Prêmio Governo do Estado de São Paulo de Ações Inclusivas para as Pessoas com Deficiência, dando reconhecimento público a quem investe e se preocupa com ações inclusivas.



· Serra realizou as Paraolimpíadas Escolares.



· Serra criou o Centro de Treinamento de Cães Guias.



· Serra realizou o Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação.




Maria Isabel da Silva
Jornalista-São Paulo/SP
Cidadania e Inclusão se faz com Informação