A COISA É SERIA DEMAIS .................
Vcs. já ouviram falar desta vidente? Ela é bem famosa por suas profecias.
Veja o que ela diz a respeito da Dilma.
Agora só nos resta torcer para não dar certo....vamos esperar pra ver.
Profecia da vidente Neila Alckmin...
"A filha distante de vermelho e sem amor pela nossa terra se elegerá graças aos votos de Minas Gerais.Tomará posse usando vermelho,mesmo diante da enorme tragédia que acontecerá pouco antes no Brasil,ofendendo aqueles que prezam o luto.Haverá apenas um lenço branco.Um governo triste e sombrio, porem breve,se iniciará sob o signo da tragédia das pedras.Governará ate o dia da grande festa dos soldados,de onde sairá para o hospital.A doença invisível que lhe corrói as entranhas mostrará sua força como nunca antes visto.Lutará e receberá medicação dos americanos que despreza.Sua agonia será forte e intensa.O Turco Branco tentará inutilmente se mostrar contrito e respeitoso,mas conspirará na grande casa branca perto do lago,ajudado pelo homem dos cabelos negros que foi falso amigo de Tancredo.Serão dias e noites de traição e disputas espúrias e de agonia no grande hospital dos patrícios.O Brasil sofrerá com os conchavos e a incerteza.Virão dias de medo e ameaças.Nunca foi amada e o povo acompanhará sua agonia distante.Não terá povo no seu funeral próximo ao carnaval."
Recebí isto de um amigo que já se consultou com essa senhora há alguns anos atrás.Podem rir de mim,mas que fiquei meio impressionado,fiquei...E tem algumas coisas que não consegui decifrar:
- O Turco Branco será Michel Temer (vice)? Zé Dirceu?
- A grande casa branca perto do lago = Palácio do Planalto
- Grande hospital dos patrícios = fácil, o Sirio e Libanês em SP
- tragédia das pedras = ?! Já tou com medo...
- E pelo amor de Deus,quem seria esse homem de cabelos negros que foi falso amigo de Tancredo?! (Sarney????)
- Já viram, né? Se a bonitinha tomar posse de vermelho...
Deus nos ajude!
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
"Vamos errar de novo?" - Ferreira Gullar, FSP
"Vamos errar de novo?" - Ferreira Gullar, FSP
De indispensável leitura o artigo do poeta Ferreira Gullar na Folha de São Paulo de ontem. Estou surpreso por não tê-lo visto sendo comentado e repercutido pela rede. Segue aqui então na íntegra, um dia após a publicação e venda do mesmo na edição da Folha:
Vamos errar de novo?
FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.
Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.
Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.
Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.
Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.
No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?
De indispensável leitura o artigo do poeta Ferreira Gullar na Folha de São Paulo de ontem. Estou surpreso por não tê-lo visto sendo comentado e repercutido pela rede. Segue aqui então na íntegra, um dia após a publicação e venda do mesmo na edição da Folha:
Vamos errar de novo?
FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.
Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.
Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.
Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.
Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.
No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?
Rede Lucy Montoro chega a Fernandópolis
Linamara Battistella assina convênio para obras do Lucy Montoro e AME
A saúde em Fernandópolis está sendo transformada e ficará, ainda, melhor com as obras do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o Ambulatório Médico de Especialidade (AME). A assinatura dos convênios para início das obras foram assinados na manhã dessa terça-feira, 26, pela Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, e pelo prefeito Luiz Vilar, acompanhados de autoridades.
O evento aconteceu no Teatro Municipal e contou com a presença do diretor da DRS XV, Valdecir Tadei, do deputado federal Julio Semeghini, dos deputados estaduais, Carlos Pignatari e Itamar Borges, do presidente da Câmara, Dorival Pântano, vereadores e outras autoridades.
Na ocasião, o prefeito Luiz Vilar falou das lutas que a Administração teve para viabilizar a conquista do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME para Fernandópolis, “Este momento parece um sonho, mas a presença da Secretária Linamara Batistella nos faz acreditar nesta grande conquista que vai transformar a área da saúde em Fernandópolis. Poucas cidades terão este privilégio”, destacou o prefeito Luiz Vilar.
A implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME vai trazer comodidade às famílias que buscam a reabilitação nos grandes centros. É o caso da enfermeira e professora Luciana Ribeiro Ramos, que nos últimos 14 anos tem buscado tratamento para o filho José Afonso. “A implantação do Lucy Montoro e do AME vai facilitar a vida da minha família e de outras que enfrentam as mesmas diversas dificuldades. Tenho muito orgulho dessa conquista e de saber que vou poder confiar no profissionalismo e qualidade dessas duas renomadas unidades”, elogiou Luciana Ribeiro Ramos.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, falou dos benefícios que Fernandópolis vai ganhar com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME na cidade. “Com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o AME estaremos chegando mais perto das pessoas com deficiência, para que eles tenham uma vida funcional. Estas duas unidades vão beneficiar também os universitários com a oportunidade de estágios e vai gerar mais emprego e renda no município”, destacou a Secretária Linamara Rizzo Battistella.
O Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o AME serão implantados no prédio do antigo Postão, no Jardim Santa Helena. O prazo de conclusão das obras está previsto para maio de 2011.
Centro de Lucy Montoro
Fernandópolis vai receber, com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro, o que há de mais moderno em acessibilidade para atender mais de 60 cidades da região. A unidade realizará reabilitação física de média complexidade, com equipamentos e técnicas inéditas no Brasil, à pacientes com lesões medulares, amputações, sequelas de traumatismo craniano, paralisia cerebral, hemiplegia e outras severas restrições de mobilidades. O Centro vai garantir órteses, próteses, cadeiras de rodas e auxílios técnicos.
O Centro de Reabilitação de Fernandópolis terá equipe multidiciplinar formada por fisiatras, enfermeiras, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos, educadores físicos e outros especialistas em reabilitação física.
Além de Fernandópolis, apenas nove municípios paulistas foram contemplados com o Centro de Reabilitação Lucy Montoro. São eles: Jaú, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos, Presidente Prudente, Santos, São José do Rio Preto, Peruíbe e Americana.
AME (Ambulatório Médico de Especialidade)
O AME de Fernandópolis traz um diferencial, será o primeiro ambulatório de segmento e não apenas de diagnóstico como os demais do Estado. A unidade vai oferecer 32 especialidades, sendo 26 médicas e seis não médicas e terá, ainda, os serviços de SADT (Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico): Radiologia (RX, mamografia), Ultra-Sonografia e Métodos Diag. em e especialidades.
As especialidades médicas são: Acupuntura; Infectologia, Alergia e imunologia, Mastologia, Cardiologia, Nefrologia, Cirurgia Geral, Neurocirurgia, Cirurgia Plástica, Neurologia, Cirurgia Vascular, Obstetrícia, Dermatologia, Oftalmologia, Endocrinologia, Ortopedia e Traumatologia, Endoscopia Digestiva, Otorrinolaringologia, Fisiatria, Pneumologia, Gastroenterologia, Proctologia, Ginecologia, Reumatologia, Hematologia e Urologia.
Especialidades não médicas: Enfermagem, Psicologia, Farmácia, Nutrição, Fonoaudiologia e Serviço Social.
Fonte: http://www.irepublica.com.br/?pg=noticias-conteudo&id=273&id_cat=1
Maria Isabel da Silva
Jornalista-São Paulo/SP
Cidadania e Inclusão se faz com Informação
http://www.irepublica.com.br/?pg=noticias-conteudo&id=273&id_cat=1
A saúde em Fernandópolis está sendo transformada e ficará, ainda, melhor com as obras do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o Ambulatório Médico de Especialidade (AME). A assinatura dos convênios para início das obras foram assinados na manhã dessa terça-feira, 26, pela Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, e pelo prefeito Luiz Vilar, acompanhados de autoridades.
O evento aconteceu no Teatro Municipal e contou com a presença do diretor da DRS XV, Valdecir Tadei, do deputado federal Julio Semeghini, dos deputados estaduais, Carlos Pignatari e Itamar Borges, do presidente da Câmara, Dorival Pântano, vereadores e outras autoridades.
Na ocasião, o prefeito Luiz Vilar falou das lutas que a Administração teve para viabilizar a conquista do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME para Fernandópolis, “Este momento parece um sonho, mas a presença da Secretária Linamara Batistella nos faz acreditar nesta grande conquista que vai transformar a área da saúde em Fernandópolis. Poucas cidades terão este privilégio”, destacou o prefeito Luiz Vilar.
A implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME vai trazer comodidade às famílias que buscam a reabilitação nos grandes centros. É o caso da enfermeira e professora Luciana Ribeiro Ramos, que nos últimos 14 anos tem buscado tratamento para o filho José Afonso. “A implantação do Lucy Montoro e do AME vai facilitar a vida da minha família e de outras que enfrentam as mesmas diversas dificuldades. Tenho muito orgulho dessa conquista e de saber que vou poder confiar no profissionalismo e qualidade dessas duas renomadas unidades”, elogiou Luciana Ribeiro Ramos.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, falou dos benefícios que Fernandópolis vai ganhar com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e do AME na cidade. “Com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o AME estaremos chegando mais perto das pessoas com deficiência, para que eles tenham uma vida funcional. Estas duas unidades vão beneficiar também os universitários com a oportunidade de estágios e vai gerar mais emprego e renda no município”, destacou a Secretária Linamara Rizzo Battistella.
O Centro de Reabilitação Lucy Montoro e o AME serão implantados no prédio do antigo Postão, no Jardim Santa Helena. O prazo de conclusão das obras está previsto para maio de 2011.
Centro de Lucy Montoro
Fernandópolis vai receber, com a implantação do Centro de Reabilitação Lucy Montoro, o que há de mais moderno em acessibilidade para atender mais de 60 cidades da região. A unidade realizará reabilitação física de média complexidade, com equipamentos e técnicas inéditas no Brasil, à pacientes com lesões medulares, amputações, sequelas de traumatismo craniano, paralisia cerebral, hemiplegia e outras severas restrições de mobilidades. O Centro vai garantir órteses, próteses, cadeiras de rodas e auxílios técnicos.
O Centro de Reabilitação de Fernandópolis terá equipe multidiciplinar formada por fisiatras, enfermeiras, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos, educadores físicos e outros especialistas em reabilitação física.
Além de Fernandópolis, apenas nove municípios paulistas foram contemplados com o Centro de Reabilitação Lucy Montoro. São eles: Jaú, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos, Presidente Prudente, Santos, São José do Rio Preto, Peruíbe e Americana.
AME (Ambulatório Médico de Especialidade)
O AME de Fernandópolis traz um diferencial, será o primeiro ambulatório de segmento e não apenas de diagnóstico como os demais do Estado. A unidade vai oferecer 32 especialidades, sendo 26 médicas e seis não médicas e terá, ainda, os serviços de SADT (Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico): Radiologia (RX, mamografia), Ultra-Sonografia e Métodos Diag. em e especialidades.
As especialidades médicas são: Acupuntura; Infectologia, Alergia e imunologia, Mastologia, Cardiologia, Nefrologia, Cirurgia Geral, Neurocirurgia, Cirurgia Plástica, Neurologia, Cirurgia Vascular, Obstetrícia, Dermatologia, Oftalmologia, Endocrinologia, Ortopedia e Traumatologia, Endoscopia Digestiva, Otorrinolaringologia, Fisiatria, Pneumologia, Gastroenterologia, Proctologia, Ginecologia, Reumatologia, Hematologia e Urologia.
Especialidades não médicas: Enfermagem, Psicologia, Farmácia, Nutrição, Fonoaudiologia e Serviço Social.
Fonte: http://www.irepublica.com.br/?pg=noticias-conteudo&id=273&id_cat=1
Maria Isabel da Silva
Jornalista-São Paulo/SP
Cidadania e Inclusão se faz com Informação
http://www.irepublica.com.br/?pg=noticias-conteudo&id=273&id_cat=1
O nosso Muro de Berlim
O nosso Muro de Berlim
O Estado de S.Paulo – 29/10/2010
Na vida dos países, como na nossa, é fundamental a presença de lideranças formadoras do caráter dos cidadãos: a família, os professores, os religiosos, os governantes, os representantes no Legislativo e nos sindicatos, os dirigentes de empresas, os companheiros de trabalho. Enfim, o ambiente que nos cerca durante nossa existência. Nesse ambiente o que vale, principalmente, são os exemplos, o testemunho de vida, o temor a Deus e à Justiça. Só assim o ser humano aperfeiçoa a sua alma, pauta o seu comportamento, distingue entre o certo e o errado e, com sabedoria, guarda esses valores. A palavra só tem força quando é a expressão de tais valores.
A História oferece-nos muitos exemplos de lideranças extraordinárias. Algumas até foram capazes de ressuscitar a alma de um povo, como foi o caso de Konrad Adenauer, o grande líder da resistência alemã ao nazismo. Sua presença na vida alemã foi decisiva. Uma vez derrotado Hitler, era preciso reconstruir a Alemanha. Dezenas de cidades tinham sido reduzidas a escombros. O país vencido viu seu território ser vingativamente dividido em duas partes. E o pior era a alma do povo, ainda muito doente, após anos de inacreditável submissão e da perda dos valores do ser humano.
Enquanto refazia a parte material do país, o grande estadista lançava-se ao desafio de devolver aos alemães a esperança, a alegria e a fé. Era preciso ensinar aos corações, treinados na arrogância e na submissão cega, os valores da verdade e da liberdade. Nos longos anos em que foi primeiro-ministro, Adenauer formou uma plêiade de excelentes políticos, até em áreas programaticamente diferentes das dele. Implantou um regime de total austeridade para os ocupantes do poder e suas equipes ficaram famosas pela seriedade e pelos êxitos.
Mas a alma alemã ainda vivia uma tristeza: irmãos separados pelo Muro de Berlim. Um muro que não era só de pedras e trincheiras de arame, com guardas implacáveis. Era, acima de tudo, um muro que separava os cidadãos livres dos infelizes súditos da tirania soviética.
O sonho alemão de derrubá-lo só se realizou em 1989, quando o mundo pôde acompanhar sua heroica demolição. Adenauer não estava lá, mas sua obra de estadista havia preparado a alma dos alemães livres para receber, generosamente, a chegada dos libertados. A Carta Fundamental, que rege o regime parlamentarista alemão, previa todos os direitos para os irmãos do lado oriental.
Nós aqui, no Brasil, temos um "Muro de Berlim" a derrubar: nosso sistema eleitoral. Esse muro da vergonha, herdado do ditador Vargas, continua a envergonhar o País e impede o aperfeiçoamento do caráter dos nossos políticos. Na realidade, mesmo nos períodos ditos democráticos, o voto proporcional é uma vergonha.
Sem a adoção do voto distrital vamos continuar com a proliferação insensata de partidos de aluguel, partidos sindicais, partidos fundamentalistas, partidos ditos nacionais, partidos "internacionais", partidos ligados a movimentos subversivos, enfim, uma geleia geral! A maioria deles existe apenas para ganhar preciosos minutos de rádio e TV, pagos com o dinheiro do povo e apelidados de gratuitos.
Sem a adoção do voto distrital os custos das campanhas continuarão exorbitantes, jogando todo o processo eleitoral na vala enlameada do uso vexaminoso do dinheiro público. O voto é obrigatório, livre e secreto. Mas com o voto proporcional o caixa 2 também é obrigatório e secreto. E quando alguém fala, hoje, em financiamento público de campanha, é de apavorar!
Faço estas considerações no momento em que se aproxima o dia D do segundo turno. Qualquer resultado, para mim, vai significar dias muito difíceis para todos nós.
O Senado (já quase todo composto), a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas que emergiram das votações no dia 3 de outubro, tudo leva a crer que em matéria de qualidade a piora foi muito acentuada. É o voto proporcional.
Em toda a minha vida de cidadã, esta foi a mais desalentadora de todas as eleições. A mão pesada do Estado está comandando tudo. O presidente transformou-se em artista de palanques. A candidata que ele impôs a seu próprio partido oferece um espetáculo doloroso de arrogante submissão. A oposição, por sua vez, confusa e sem garra, apresenta apenas a biografia de um político muito sério, mas não de um estadista. É pouco para os anseios brasileiros. Chega a ser frustrante.
O que salta aos olhos é que o Brasil está sem valores! A avaliação internacional do povo brasileiro, na questão de ser capaz de perceber a corrupção, e de se insurgir contra ela, chega a ser constrangedora!Figurar entre os povos mais corruptos do planeta é de chorar de vergonha.
Em momento algum qualquer dos candidatos assumiu compromisso quanto à reforma do sistema eleitoral. É tabu! O voto proporcional é a garantia dos caudilhos enrustidos, dos ditadores potenciais, dos que aspiram mandar sem ter de dar satisfações. É a mais feroz distorção do sistema democrático de representação da vontade do eleitor. Por isso mesmo será mantido. O uso da urna eletrônica dá a muita gente a impressão de que nossas eleições são corretíssimas e a vontade dos eleitores é respeitada. Mentira! Embuste!
Enquanto vivermos neste presidencialismo quase caudilhesco, com um titular que, com sua caneta mágica, nomeia da noite para o dia mais de 30 mil funcionários; enquanto Brasília estiver livre da vigilância próxima de um povo atento; enquanto a criação de partidos não depender, de fato, da presença ativa de filiados; enquanto o senador for escolhido juntamente com um vice que ninguém sabe quem é; enquanto a infidelidade partidária não for objeto de punição real; e, principalmente, enquanto votar num candidato, pelo voto proporcional, significar eleger outro e os partidos tiverem direito a horários gratuitos - nosso Muro de Berlim ainda estará de pé.
Sandra Cavalcanti
PROFESSORA, JORNALISTA, FOI DEPUTADA FEDERAL CONSTITUINTE, FUNDOU E PRESIDIU O BNH NO GOVERNO CASTELO BRANCO E-MAIL: SANDRA_C@IG.COM.BR
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O Estado de S.Paulo – 29/10/2010
Na vida dos países, como na nossa, é fundamental a presença de lideranças formadoras do caráter dos cidadãos: a família, os professores, os religiosos, os governantes, os representantes no Legislativo e nos sindicatos, os dirigentes de empresas, os companheiros de trabalho. Enfim, o ambiente que nos cerca durante nossa existência. Nesse ambiente o que vale, principalmente, são os exemplos, o testemunho de vida, o temor a Deus e à Justiça. Só assim o ser humano aperfeiçoa a sua alma, pauta o seu comportamento, distingue entre o certo e o errado e, com sabedoria, guarda esses valores. A palavra só tem força quando é a expressão de tais valores.
A História oferece-nos muitos exemplos de lideranças extraordinárias. Algumas até foram capazes de ressuscitar a alma de um povo, como foi o caso de Konrad Adenauer, o grande líder da resistência alemã ao nazismo. Sua presença na vida alemã foi decisiva. Uma vez derrotado Hitler, era preciso reconstruir a Alemanha. Dezenas de cidades tinham sido reduzidas a escombros. O país vencido viu seu território ser vingativamente dividido em duas partes. E o pior era a alma do povo, ainda muito doente, após anos de inacreditável submissão e da perda dos valores do ser humano.
Enquanto refazia a parte material do país, o grande estadista lançava-se ao desafio de devolver aos alemães a esperança, a alegria e a fé. Era preciso ensinar aos corações, treinados na arrogância e na submissão cega, os valores da verdade e da liberdade. Nos longos anos em que foi primeiro-ministro, Adenauer formou uma plêiade de excelentes políticos, até em áreas programaticamente diferentes das dele. Implantou um regime de total austeridade para os ocupantes do poder e suas equipes ficaram famosas pela seriedade e pelos êxitos.
Mas a alma alemã ainda vivia uma tristeza: irmãos separados pelo Muro de Berlim. Um muro que não era só de pedras e trincheiras de arame, com guardas implacáveis. Era, acima de tudo, um muro que separava os cidadãos livres dos infelizes súditos da tirania soviética.
O sonho alemão de derrubá-lo só se realizou em 1989, quando o mundo pôde acompanhar sua heroica demolição. Adenauer não estava lá, mas sua obra de estadista havia preparado a alma dos alemães livres para receber, generosamente, a chegada dos libertados. A Carta Fundamental, que rege o regime parlamentarista alemão, previa todos os direitos para os irmãos do lado oriental.
Nós aqui, no Brasil, temos um "Muro de Berlim" a derrubar: nosso sistema eleitoral. Esse muro da vergonha, herdado do ditador Vargas, continua a envergonhar o País e impede o aperfeiçoamento do caráter dos nossos políticos. Na realidade, mesmo nos períodos ditos democráticos, o voto proporcional é uma vergonha.
Sem a adoção do voto distrital vamos continuar com a proliferação insensata de partidos de aluguel, partidos sindicais, partidos fundamentalistas, partidos ditos nacionais, partidos "internacionais", partidos ligados a movimentos subversivos, enfim, uma geleia geral! A maioria deles existe apenas para ganhar preciosos minutos de rádio e TV, pagos com o dinheiro do povo e apelidados de gratuitos.
Sem a adoção do voto distrital os custos das campanhas continuarão exorbitantes, jogando todo o processo eleitoral na vala enlameada do uso vexaminoso do dinheiro público. O voto é obrigatório, livre e secreto. Mas com o voto proporcional o caixa 2 também é obrigatório e secreto. E quando alguém fala, hoje, em financiamento público de campanha, é de apavorar!
Faço estas considerações no momento em que se aproxima o dia D do segundo turno. Qualquer resultado, para mim, vai significar dias muito difíceis para todos nós.
O Senado (já quase todo composto), a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas que emergiram das votações no dia 3 de outubro, tudo leva a crer que em matéria de qualidade a piora foi muito acentuada. É o voto proporcional.
Em toda a minha vida de cidadã, esta foi a mais desalentadora de todas as eleições. A mão pesada do Estado está comandando tudo. O presidente transformou-se em artista de palanques. A candidata que ele impôs a seu próprio partido oferece um espetáculo doloroso de arrogante submissão. A oposição, por sua vez, confusa e sem garra, apresenta apenas a biografia de um político muito sério, mas não de um estadista. É pouco para os anseios brasileiros. Chega a ser frustrante.
O que salta aos olhos é que o Brasil está sem valores! A avaliação internacional do povo brasileiro, na questão de ser capaz de perceber a corrupção, e de se insurgir contra ela, chega a ser constrangedora!Figurar entre os povos mais corruptos do planeta é de chorar de vergonha.
Em momento algum qualquer dos candidatos assumiu compromisso quanto à reforma do sistema eleitoral. É tabu! O voto proporcional é a garantia dos caudilhos enrustidos, dos ditadores potenciais, dos que aspiram mandar sem ter de dar satisfações. É a mais feroz distorção do sistema democrático de representação da vontade do eleitor. Por isso mesmo será mantido. O uso da urna eletrônica dá a muita gente a impressão de que nossas eleições são corretíssimas e a vontade dos eleitores é respeitada. Mentira! Embuste!
Enquanto vivermos neste presidencialismo quase caudilhesco, com um titular que, com sua caneta mágica, nomeia da noite para o dia mais de 30 mil funcionários; enquanto Brasília estiver livre da vigilância próxima de um povo atento; enquanto a criação de partidos não depender, de fato, da presença ativa de filiados; enquanto o senador for escolhido juntamente com um vice que ninguém sabe quem é; enquanto a infidelidade partidária não for objeto de punição real; e, principalmente, enquanto votar num candidato, pelo voto proporcional, significar eleger outro e os partidos tiverem direito a horários gratuitos - nosso Muro de Berlim ainda estará de pé.
Sandra Cavalcanti
PROFESSORA, JORNALISTA, FOI DEPUTADA FEDERAL CONSTITUINTE, FUNDOU E PRESIDIU O BNH NO GOVERNO CASTELO BRANCO E-MAIL: SANDRA_C@IG.COM.BR
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
AÇÕES CONCRETAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL...O que José Serra irá fazer
O que José Serra irá fazer
· Serra vai criar uma Rede Nacional de Reabilitação inspirada em iniciativas como a Rede Lucy Montoro, em São Paulo, e a Rede Sarah, de Brasília.
· Vai oferecer estímulos para a contratação de pessoas com deficiência pelos governos e empresas privadas.
· Irá organizar espaços com garantia de completa acessibilidade nas ruas, calçadas, conjuntos habitacionais e prédios públicos e privados em todas as cidades.
· José Serra vai criar um Ministério Especial encarregado de formular uma ação nacional para a inclusão social de pessoas com deficiência.
O que José Serra já fez
· Serra criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal que tornou obrigatório o popular teste do pezinho – que desde então permitiu mais de 20 mil diagnósticos precoces de anomalias congênitas em todo o Brasil.
· Serra não parou por aí e começou a equipar os hospitais para realizarem o teste da orelhinha. A deficiência auditiva é a doença mais diagnosticada no período neonatal, quando comparada a outras patologias.
· Serra aprovou uma portaria credenciando alguns serviços a fornecer o aparelho de ampliação sonora, gratuitamente, aos bebês com deficiência auditiva, reembolsados então pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
· Serra criou a Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência com o objetivo de impulsionar parcerias e projetos que priorizem o acesso à saúde e à educação, o aumento no nível de empregabilidade e a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, que correspondem a 11,5% da população do Estado de São Paulo.
· Implementou a Rede Lucy Montoro, centros de saúde de última geração voltados exclusivamente para o atendimento e reabilitação de pessoas com deficiência, contando com oficinas terapêuticas, oficinas de próteses, piscina para hidroterapia, laboratório de avaliação cardiovascular, quadra poliesportiva, espaço para condicionamento físico, salas para RPG e terapia ocupacional e outras estruturas.
· Criou o Programa de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência que tem como objetivo qualificar pessoas com deficiência visando a sua contratação por empresas parceiras. Faz parte do treinamento um programa de 415 horas em módulos que abrangem competências universais, técnicas e orientação profissional.
· Realizou, pela primeira vez no país, o Fórum de Empregabilidade, reunindo setor público, iniciativa privada e organizações não governamentais em torno da discussão, proposição e articulação de ações de inclusão no mercado de trabalho.
· Com o objetivo de disponibilizar habitação para todos, Serra determinou que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) desenvolvesse casas com o conceito de Desenho Universal, ou seja, moradias adaptadas para pessoas com deficiência e pessoas com dificuldade de locomoção, como crianças, gestantes e idosos.
· Serra lançou o Programa Praia Acessível, que disponibiliza cadeiras de rodas anfíbias que facilitam o acesso de pessoas com deficiência às praias paulistas. As praias nas cidades de Santos, Bertioga, Ilha Bela, São Sebastião, Guarujá, Praia Grande e Ilha Comprida contam com postos formados por uma equipe de três pessoas, que orientam e auxiliam na entrada e saída do mar.
· Serra, em parceria com a iniciativa privada e com o apoio da Rede Lucy Montoro, criou o concurso de Moda Inclusiva para promover a discussão nesse setor sobre a necessidade de se pensar e fazer moda respeitando a diversidade.
· Serra fez a implantação do Parque Tecnológico e do Memorial da Inclusão.
· Serra criou o Prêmio Governo do Estado de São Paulo de Ações Inclusivas para as Pessoas com Deficiência, dando reconhecimento público a quem investe e se preocupa com ações inclusivas.
· Serra realizou as Paraolimpíadas Escolares.
· Serra criou o Centro de Treinamento de Cães Guias.
· Serra realizou o Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação.
Maria Isabel da Silva
Jornalista-São Paulo/SP
Cidadania e Inclusão se faz com Informação
· Serra vai criar uma Rede Nacional de Reabilitação inspirada em iniciativas como a Rede Lucy Montoro, em São Paulo, e a Rede Sarah, de Brasília.
· Vai oferecer estímulos para a contratação de pessoas com deficiência pelos governos e empresas privadas.
· Irá organizar espaços com garantia de completa acessibilidade nas ruas, calçadas, conjuntos habitacionais e prédios públicos e privados em todas as cidades.
· José Serra vai criar um Ministério Especial encarregado de formular uma ação nacional para a inclusão social de pessoas com deficiência.
O que José Serra já fez
· Serra criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal que tornou obrigatório o popular teste do pezinho – que desde então permitiu mais de 20 mil diagnósticos precoces de anomalias congênitas em todo o Brasil.
· Serra não parou por aí e começou a equipar os hospitais para realizarem o teste da orelhinha. A deficiência auditiva é a doença mais diagnosticada no período neonatal, quando comparada a outras patologias.
· Serra aprovou uma portaria credenciando alguns serviços a fornecer o aparelho de ampliação sonora, gratuitamente, aos bebês com deficiência auditiva, reembolsados então pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
· Serra criou a Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência com o objetivo de impulsionar parcerias e projetos que priorizem o acesso à saúde e à educação, o aumento no nível de empregabilidade e a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, que correspondem a 11,5% da população do Estado de São Paulo.
· Implementou a Rede Lucy Montoro, centros de saúde de última geração voltados exclusivamente para o atendimento e reabilitação de pessoas com deficiência, contando com oficinas terapêuticas, oficinas de próteses, piscina para hidroterapia, laboratório de avaliação cardiovascular, quadra poliesportiva, espaço para condicionamento físico, salas para RPG e terapia ocupacional e outras estruturas.
· Criou o Programa de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência que tem como objetivo qualificar pessoas com deficiência visando a sua contratação por empresas parceiras. Faz parte do treinamento um programa de 415 horas em módulos que abrangem competências universais, técnicas e orientação profissional.
· Realizou, pela primeira vez no país, o Fórum de Empregabilidade, reunindo setor público, iniciativa privada e organizações não governamentais em torno da discussão, proposição e articulação de ações de inclusão no mercado de trabalho.
· Com o objetivo de disponibilizar habitação para todos, Serra determinou que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) desenvolvesse casas com o conceito de Desenho Universal, ou seja, moradias adaptadas para pessoas com deficiência e pessoas com dificuldade de locomoção, como crianças, gestantes e idosos.
· Serra lançou o Programa Praia Acessível, que disponibiliza cadeiras de rodas anfíbias que facilitam o acesso de pessoas com deficiência às praias paulistas. As praias nas cidades de Santos, Bertioga, Ilha Bela, São Sebastião, Guarujá, Praia Grande e Ilha Comprida contam com postos formados por uma equipe de três pessoas, que orientam e auxiliam na entrada e saída do mar.
· Serra, em parceria com a iniciativa privada e com o apoio da Rede Lucy Montoro, criou o concurso de Moda Inclusiva para promover a discussão nesse setor sobre a necessidade de se pensar e fazer moda respeitando a diversidade.
· Serra fez a implantação do Parque Tecnológico e do Memorial da Inclusão.
· Serra criou o Prêmio Governo do Estado de São Paulo de Ações Inclusivas para as Pessoas com Deficiência, dando reconhecimento público a quem investe e se preocupa com ações inclusivas.
· Serra realizou as Paraolimpíadas Escolares.
· Serra criou o Centro de Treinamento de Cães Guias.
· Serra realizou o Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação.
Maria Isabel da Silva
Jornalista-São Paulo/SP
Cidadania e Inclusão se faz com Informação
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
IDENTIFICADOS DOIS DOS AGRESSORES DE SERRA - EXTRA! Dois dos agressores de Serra são amigos do peito de Lula
Acorda brasileiros ...
Olha ai o PRESIMENTE e sua segunda gangue, aquela dos disturbios !!!!
Grandes amigos, grandes SAFADOS !!!!!
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil, que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo".
Bertold Brecht
Data: Terça-feira, 26 de Outubro de 2010, 21:17
EXTRA! Dois dos agressores de Serra são amigos do peito de Lula




Mesmo com todas as evidências o presidente Lula continua a criticar o candidato Serra. Como provam as fotos, ao menos dois dos agressores, são amigos do peito de Lula. São como que soldados fascistas ou kamikases que levam bombas na cintura para fazer um favor ao "chef". Veja abaixo transcrição de trecho de uma reportagem do Estadão:
Ao lado de Dilma Rousseff, sua candidata escolhida para disputar a presidência da República, Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poupou o candidato do PSDB, José Serra, na noite desta sexta-feira (22) em um comício na cidade mineira de Uberlândia.
Ao se referir ao episódio da última quarta-feira (20), quando Serra foi atingido na cabeça por objetos em caminhada no calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro, Lula afirmou que a turma de Dilma é pacífica. "É uma vergonha a farsa que tentaram jogar na cabeça do povo. Tem muita gente que morre e não consegue fazer uma ultrassonografia... meia hora depois, ele (Serra) descobriu que bateu a bolinha, aí ele recebeu um telefonema, deu dor de cabeça nele e disse que foi agressão da turma da Dilma. A turma da Dilma é a turma da paz, que trabalha, paga imposto de renda e sustenta esse País", disse Lula.
Fazendo uma comparação entre os seus oito anos de mandato e os oito anos da gestão anterior de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Lula disse que não se pode jogar fora o que foi conquistado, por "um bando de mentiras que tentaram inventar", e pediu para "disputar uma eleição que tenha a grandeza que eu tive em 1989, em 1994 e em 1998 quando perdi, sem fazer maracutaia, para acusar qualquer adversário". Lúcio Neto
Olha ai o PRESIMENTE e sua segunda gangue, aquela dos disturbios !!!!
Grandes amigos, grandes SAFADOS !!!!!
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil, que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo".
Bertold Brecht
Data: Terça-feira, 26 de Outubro de 2010, 21:17
EXTRA! Dois dos agressores de Serra são amigos do peito de Lula




Mesmo com todas as evidências o presidente Lula continua a criticar o candidato Serra. Como provam as fotos, ao menos dois dos agressores, são amigos do peito de Lula. São como que soldados fascistas ou kamikases que levam bombas na cintura para fazer um favor ao "chef". Veja abaixo transcrição de trecho de uma reportagem do Estadão:
Ao lado de Dilma Rousseff, sua candidata escolhida para disputar a presidência da República, Dilma Rousseff, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poupou o candidato do PSDB, José Serra, na noite desta sexta-feira (22) em um comício na cidade mineira de Uberlândia.
Ao se referir ao episódio da última quarta-feira (20), quando Serra foi atingido na cabeça por objetos em caminhada no calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro, Lula afirmou que a turma de Dilma é pacífica. "É uma vergonha a farsa que tentaram jogar na cabeça do povo. Tem muita gente que morre e não consegue fazer uma ultrassonografia... meia hora depois, ele (Serra) descobriu que bateu a bolinha, aí ele recebeu um telefonema, deu dor de cabeça nele e disse que foi agressão da turma da Dilma. A turma da Dilma é a turma da paz, que trabalha, paga imposto de renda e sustenta esse País", disse Lula.
Fazendo uma comparação entre os seus oito anos de mandato e os oito anos da gestão anterior de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Lula disse que não se pode jogar fora o que foi conquistado, por "um bando de mentiras que tentaram inventar", e pediu para "disputar uma eleição que tenha a grandeza que eu tive em 1989, em 1994 e em 1998 quando perdi, sem fazer maracutaia, para acusar qualquer adversário". Lúcio Neto
terça-feira, 26 de outubro de 2010
PARA VC REPENSAR EM SEU CASAMENTO!..Eu queria o divórcio....
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente pergu ntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que di sse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de form a mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois . Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai c arregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carr eguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários mese s, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa (o), faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir...
--
" EM UM MOMENTO SE VIVE UMA VIDA"
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente pergu ntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que di sse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de form a mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois . Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai c arregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carr eguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários mese s, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa (o), faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir...
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" EM UM MOMENTO SE VIVE UMA VIDA"
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